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xitizap # 40 |
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SoS sul-africano |
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metamorfose HVAC |
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gerações distribuídas |
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Massingir e os Crocs |
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soltas |
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Na modelação de
“Gerações Distribuídas – Moçambique”
os meus cenários de Demanda Eléctrica interna resultam da degustação de várias assunções - umas são seleccionadas de entre factos correntes, outras são ditadas por aritmética básica, e uma ou duas não passam de pura second-guess (axiomática dumbanengue).
Eis algumas dessas assunções:
· o crescimento populacional seguirá as projecções adoptadas pelo INE (2.4-2.3% até 2020), incluindo a previsão de índices de urbanização na ordem de 60% em 2030. · o crescimento annual do GDP registará um ligeiro declínio dos actuais 7.8% (2008) para níveis na ordem dos 5.5% em 2020. · a demanda eléctrica sectorial crescerá a taxas altas mas sectorialmente diferenciadas (8-12%); considera-se que não se registarão substanciais alterações relativamente à actual estratificação da demanda (residencial ~25%, serviços ~ 25%, indústria ~25%, perdas, consumo próprio e IP ~ 25%), à excepção de Corridor Sands que é assumido como elemento discreto. · Geograficamente, a actual topologia de repartição regional da demanda (Sul/Maputo (sem Mozal) ~ 67%, Centro ~ 23%, Norte ~ 10%) tenderá a manter-se, ou mesmo a agravar-se após inclusão de Corridor Sands. · A HCB permanecerá como a principal fonte de fornecimento eléctrico de Moçambique/EDM (>94%). · o acesso à electricidade crescerá solidamente - atingindo os 20% em 2020, embora progressivamente propulsionado por segmentos de baixo consumo.
Misturadas num triturador convencional, estas e outras assunções produzem vários cenários de partida de entre os quais seleccionei o mais acelerado para a modelação de “Gerações Distribuídas – Moçambique”.
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